Sobre

Coleção Além do Véu

AVISO AO LEITOR

Este conteúdo é uma jornada de reflexão espiritual e simbólica. Não substitui acompanhamento médico, psicológico, jurídico ou financeiro.

SOBRE O AUTOR

Uriyā bar Nūrā

Autor de Protocolo 8-8-8: O Manual de Desprogramação da Matrix, da Coleção Além do Véu.

Durante vinte anos, ele esteve do lado de dentro do sistema. Começou como missionário, pregando em cidades do Brasil, no Paraguai e na África do Sul — em presídios de segurança máxima, orfanatos, nas ruas com moradores de rua e junto a dependentes químicos. Depois, foi ordenado reverendo e conduziu congregações, batizou crianças e adultos, celebrou a Santa Ceia e segurou a mão de quem partia nos leitos de hospital.

Conhecia por dentro a arte de construir um sermão, de levantar uma multidão com a palavra certa e a música certa — e, com precisão desconfortável, o momento em que a culpa fazia mais efeito do que a esperança.

Como reverendo, participou de conselhos, presbitérios e concílios, e conheceu por dentro a engrenagem que transforma decisões humanas em "vontade de Deus". A ruptura veio aos poucos: primeiro como desconforto, depois como insônia, até que essa engrenagem ficou impossível de ignorar. Nos anos seguintes, mergulhou na história das traduções bíblicas, dos concílios, dos textos de Nag Hammadi e da tradição gnóstica, cruzando o que havia pregado com o que os documentos mostram.

O Protocolo 8-8-8 é o resultado dessa travessia: o testemunho de quem operou a engrenagem por duas décadas e decidiu mostrar como ela funciona — não para fundar uma nova igreja, mas para que cada leitor reconheça a própria Centelha, sem intermediários.

O SIGNIFICADO DO NOME

Uriyā bar Nūrā

“Minha luz, filho da luz”

Uriyā
Vem da raiz semítica ur, “luz”, “chama”. Uri quer dizer “minha luz”, e a terminação -yā evoca o nome divino Yah: “o Senhor é a minha luz”.
bar
“Filho”, em aramaico — a língua que Yeshua falava. É o mesmo bar de Simão bar Jonas (“filho de Jonas”) e de Bartolomeu (“filho de Tolmai”).
Nūrā
Em aramaico, “fogo”, a chama que ilumina — da mesma família de nūr, “luz”. Filho do fogo, filho da luz.

É uma assinatura espiritual, não uma identidade civil. O autor escolheu este nome para honrar a tradição gnóstica da Centelha — a luz que habita cada ser humano — e para manter o foco na mensagem, e não na biografia.

O FECHO DA JORNADA

A jornada de 24 dias se encerra com a leitura do Termo de Rescisão e Declaração de Soberania — o texto final do livro, para ser lido em voz alta.

Ler o Termo de Rescisão →

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